Uma jornada individual de seis meses com Luiz Landeiro, que construiu a carreira de trainee a Diretor Sênior da Vale, para você enfrentar os desafios de liderança e de carreira com a perspectiva de quem já ocupou as cadeiras que você ocupa hoje ou quer ocupar amanhã.
Uma conversa sem compromisso para entender o seu momento. O Luiz acompanha poucos mentorados por vez.
Com o seu superior, toda conversa carrega um pouco de avaliação. Entre os pares existe a disputa natural por espaço, diante da equipe a sua dúvida pode soar como insegurança e, em casa, falta o contexto para entender o que está em jogo. Por isso tantos executivos seguem tomando decisões de alto impacto com os mesmos ângulos de sempre, e quase sempre um pouco mais tarde do que deveriam.
Se alguma destas situações parece familiar, esta página foi escrita para você:
Você assumiu um escopo maior e percebeu que aquilo que trouxe você até aqui não resolve o que vem agora.
Existe um conflito com um sócio, com o conselho ou com o seu superior que você não tem com quem discutir dentro da empresa.
Você recebeu um feedback que incomodou e ainda não sabe se ele é justo ou se aponta algo que você não estava enxergando.
Uma proposta de carreira, aqui ou fora do Brasil, pede uma decisão que não tem volta fácil.
Você foi escolhido para suceder alguém e já sente o peso da cadeira antes de sentar nela.
Engenheiro civil formado pela UFRJ, passou mais de duas décadas em posições de liderança em mineração, logística, portos, engenharia e supply chain. Na Vale, liderou a logística do Corredor Norte, dirigiu as operações portuárias no Brasil, comandou a implantação de um projeto greenfield de US$ 1,4 bilhão na Ásia e, nos últimos anos, respondeu pelo planejamento, pela tecnologia e pela engenharia dos Metais Básicos a partir de Toronto. Hoje vive na Flórida, onde dirige as operações de um grupo de construção e desenvolvimento imobiliário.
Conduziu junto à ANTAQ a renovação antecipada da concessão do Porto de Tubarão por 30 anos e alcançou o recorde histórico anual de produção em 2015.
Pilotou a duplicação da Estrada de Ferro Carajás, com 5.500 colaboradores sob liderança direta e interface permanente com órgãos reguladores.
Integrou a operação de um greenfield de US$ 1,4 bilhão e fundou o Vale Training Center em Lumut, voltado à formação de lideranças locais.
Implantou o Planejamento Integrado de Negócios em todas as unidades globais dos Metais Básicos e dirigiu a engenharia de projetos bilionários.
Liderar milhares de pessoas, negociar com reguladores e sustentar um projeto bilionário do outro lado do mundo exige exatamente as habilidades que costumam travar executivos em ascensão: escolher pessoas, conduzir conversas difíceis, influenciar quem está acima e decidir com informação incompleta.
“A mentoria nasce da vontade de transformar essa experiência em conversas úteis para outros líderes, sem a pretensão de que exista uma única resposta para cada situação.”
Luiz Landeiro
Depois de décadas à frente de operações complexas, o Luiz sintetizou em quatro pilares o que sustenta uma liderança consistente. Quando você traz uma situação, eles ajudam a entender se o que está em jogo é gente, método, direção ou a combinação disso tudo, sem nota, ranking ou relatório no caminho. O L, de Liderança, é o que atravessa os quatro, e é sobre ele que a jornada conversa.
As cores de cada pilar se repetem na jornada abaixo, marcando os encontros em que ele é o tema.
São oito encontros individuais e online de cerca de 1h30, com intervalos de aproximadamente 21 dias, e um checkpoint 60 dias depois do último encontro, que não é um novo encontro, e sim uma conferência de resultados e confirmação de rota sobre as decisões tomadas e o que surgiu de novo. Os temas funcionam como referência: se o assunto previsto para o quinto encontro ficar urgente no segundo, ele é antecipado, e se uma situação real pedir duas conversas inteiras, ela ocupa as duas.
Cada encontro parte do que está acontecendo com você naquele momento. Vocês exploram o contexto, as alternativas e as consequências, o Luiz conecta a situação a casos que viveu e, antes de encerrar, você sai com clareza sobre o que merece reflexão, observação ou ação até a próxima conversa. Entre os encontros não existe lista de tarefas padronizada, e sim três semanas para observar padrões, testar uma abordagem diferente numa situação concreta e anotar no guia do mentorado aquilo que fez sentido.
Uma leitura honesta do seu momento, dos desafios e dos feedbacks que você vem recebendo.
Uma visão mais nítida de onde quer chegar e de quais escolhas constroem esse caminho.
Outros ângulos para os mesmos problemas, vindos de quem já os enfrentou.
Aprendizados que continuam úteis muito depois do último encontro.
Nenhuma mentoria séria promete promoção ou resultado garantido, e a L4P também não promete. O compromisso dela é com a qualidade das suas decisões, que é de onde os resultados costumam vir.
Você conta em cerca de três minutos o que está ocupando a sua atenção.
Sem compromisso, para entender o seu momento, as suas expectativas e se faz sentido seguir.
O ponto de partida da jornada, com onde você está e onde quer chegar.
Seis meses construídos sobre a sua realidade, com uma retomada 60 dias depois.
A conversa inicial existe para que os dois lados avaliem se faz sentido seguir. Você não precisa chegar com todas as respostas, porque parte do valor da mentoria está justamente em ajudar a encontrá-las.
As suas respostas ajudam o Luiz a chegar à conversa já entendendo o seu contexto.